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DSPACE NA BIBLIOTECA PARA AMPLIAR OS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO

As tecnologias de comunicação e informação influenciam as transformações e inovações nos processos de difusão da informação. Exemplos podem ser citados, especialmente, aos relacionados à comunicação científica no ambiente da Internet e Web, onde as mudanças estão apenas começando. Serviços estruturados de informações como: biblioteca digital de teses, iniciativa dos arquivos abertos (OAI) e revistas eletrônicas de acesso livre são alguns modelos adotados para organizar e tornar disponível o conhecimento científico e especializados.

 

As ferramentas tecnológicas para a construção desses novos e inovados modelos de divulgação da informação estão sendo continuamente desenvolvidos e colocados à disposição das comunidades produtoras, coletoras e usuárias. São ferramentas, na maioria, livres e de código fonte aberto que podem ser personalizados e modificados conforme as necessidades.

 

É o caso do software DSpace, orientado para o desenvolvimento de bibliotecas e repositórios digitais. Apresenta recursos de captura, armazenamento, indexação, preservação, gerenciamento, disseminação e distribuição da produção científica e acadêmica (em formato digital), gerado de uma comunidade de pesquisa. O programa é resultado de um projeto desenvolvido em parceria pelos laboratórios da HP (Hewlett Packard) e as bibliotecas do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

 

A utilização do DSpace

 

O DSpace é disponível no endereço http://sourceforge.net/projects/dspace/. É um sistema configurável. Oferece um complexo sistema de submissão que possibilita controlar o acesso e o envio e recebimento dos conteúdos digitais. Embora possa servir aos diversos tipos de instituições e bibliotecas, foi inicialmente projetado e aperfeiçoado para atender as necessidades das instituições de pesquisa, na gestão dos seus materiais de ensino e pesquisa. Na aplicação em serviços de informação, o programa tem sido usado como um repositório de dados de pesquisas, registros diversos, coleções de conteúdos digitais e material didático. Alguns oriundos da literatura cinzenta ou de textos de pesquisa já publicados.

 

Muito material está sendo colecionado sob o modelo do auto-arquivamento, um procedimento no qual o autor (detentor dos direito autorais) torna seus artigos disponíveis gratuitamente em formato eletrônico.  Este uso oferece um potencial transformador para a comunicação científica ao tornar: o acesso aos resultados de uma pesquisa mais fácil, rápido e  barato;  atuar para mudar a dinâmica atual da "crise dos periódicos" apoiando o “movimento do acesso aberto” (exemplo: Carta de São Paulo); e estimulando o compartilhamento da produção científica nas universidades.  

 

Além destas aplicações, há o aspecto da preservação dos conteúdos digitais. O DSpace foi concebido também para esta finalidade, aceitando uma variedade de formatos (texto, imagem, vídeo e áudio) o que possibilita custodiar conteúdos diversos, tais como: livros, artigos, relatórios técnicos, documentos de trabalho, textos de conferências, dissertações e teses eletrônicas, dados (estatísticos, geoespaciais, etc.), programas de computador, modelos e simulações visuais, etc. O programa especifica regras de utilização e de formatos digitais suportados. Permite adotar procedimentos que garantam a segurança dos conteúdos armazenados. Entre os procedimentos está a realização de cópias de segurança e de migração de um suporte obsoleto para outro mais atual.

 

Além disso, para cada item inserido no sistema é atribuído um identificador permanente que assegura a sua recuperação na ocorrência de mudança dos dados. Implementa, também, um mecanismo de orientação aos organizadores e depositantes de conteúdos para que o material inserido seja fornecido sempre nos formatos mais adequados à sua preservação. Nos atributos de preservação do DSpace, como um repositório institucional,  estão implementados padrões internacionais como o Open Archive Initiative, o Open Archival Information System Reference Model, e o Dublin Core Metadata Initiative. .Isto promove uma nova postura na comunidade de informação que é garantir efetivamente o acesso permanente à informação.

 

Repositório Institucional

 

Como mencionado, uma aplicação, normalmente encontrada, com o DSpace é a construção de repositórios institucionais. A organização SPARC (Scholarly Publishing & Academic Resources Coalition) tem definido os repositórios como apresentando as seguintes propriedades:

  • Ser amparados por uma instituição (o conteúdo é gerado por uma comunidade institucional).
  • Conter conteúdo científico ou especializado (por exemplo: preprints, artigos publicados, materiais didáticos, dissertações e teses, etc.).  
  • Ser cumulativos e permanentes (preserva o acesso contínuo ao material).
  • Interoperabilidade e acesso aberto (o acesso é on-line, global e de baixa ou nenhuma restrição).

 

Embora projetado para apoiar cada uma destas propriedades, não precisa ser usado deste modo. Para as instituições que desejam tornar o seu material ampla e facilmente disponível, o DSpace é uma solução já pronta. 

 

Antes mesmo de escolher uma plataforma para ser o núcleo do repositório institucional, as bibliotecas ou outros setores de uma instituição têm que avaliar o seu modelo de serviço, políticas e plano de operação. Operar o funcionamento de um repositório requer recurso e planejamento de implementação. Neste aspecto, pode-se consultar o Guia de Recursos e Checklist de Repositório Institucional do SPARC e ler sobre a construção de um plano de negócio do DSpace, entre outros documentos, que auxiliam as organizações  a desenvolverem suas políticas locais de arquivamento. O repositório é um novo conceito ainda em evolução e espera-se haver mudanças durante os próximos anos em relação à compreensão dos assuntos envolvidos com este serviço de informação, que cresce na proporção da experiência prática advinda com o seu uso e aplicação.

 

Conceito de Comunidade no modelo do sistema

 

O DSpace é um sistema que permite modelar a estrutura da informação de uma organização. Neste sentido, inclui o conceito de "comunidades" nas quais são mapeados os setores da instituição ou de um grupo extenso de pesquisa. No caso do MIT as comunidades são compostas pelos cursos, departamentos acadêmicos, laboratórios de pesquisa e núcleos de pesquisa. Cada uma destas comunidades determina as suas próprias políticas de informação e operação de maneira a refletirem as suas culturas e objetivos particulares. Definem que coleções serão incluídas nas suas respectivas bases, sejam textos eletrônicos, teses, documentos de trabalho, relatórios técnicos, apontamentos de aula, etc. As comunidades também definem duas coisas importantes: a) quem da comunidade pode contribuir com conteúdos a cada item das coleções, com qual fluxo de encaminhamento, e b) quem terá acesso a essas coleções: o público geral, a comunidade interna da instituição ou  só os administradores da coleção.

 

Dentro de uma coleção há "itens" que representam os conteúdos digitais com os quais os usuários interagem (documentos, imagens, apresentações, site da Web, etc). Os itens são freqüentemente associados há só um arquivo digital ou a um ou vários bitstream (exemplo: um local da rede com várias páginas HTML e algumas imagens JPG, ou um documento digitalizado como uma imagem TIFF). Há, também, casos onde um conteúdo apresenta múltiplas versões disponíveis, normalmente, decorrentes de seus diversificados formatos de arquivo (PDF, Microsoft Word e TeX) ou porque foram liberadas versões diferentes de um documento com o passar do tempo (exemplo: um preprint e subseqüente uma versão eletrônica do artigo). Assim, o programa tenta acomodar todas as variações do mesmo documento de forma prática.  

 

Os repositórios construídos com o DSpace fornecem metadatos para cada conteúdo submetido ao armazenamento. Atualmente, o sistema faz uso de um conjunto de atributos descritivos baseados no Dublin Core. Em alguns serviços de repositório são os depositantes que fornecem as informações descritivas do conteúdo a ser depositado, mas as instituições ou bibliotecas podem optar por ter pessoal especializado (exemplo: catalogador) responsável por realizar este trabalho.

 

Um aspecto da aplicação do sistema envolve a migração de metadados existentes em outros sistemas, convertidos para os elementos exigidos pelo DSpace e que torna possível projetar um catálogo on-line de acesso público (OPAC) ou um banco de dados para uma comunidade específica. Porém, no caso da construção de repositórios alimentados pelo procedimento do auto-arquivamento (o autor é responsável por fornecer a descrição de metadados), a qualidade e a completeza dos dados podem variar bastante. Fato que vai depender da opção dos gestores do serviço, se pela quantidade ou pela qualidade dos conteúdos armazenados.  

 

Os metadados do DSpace

 

Podemos compreender os metadados, não só de maneira genérica como “dados sobre dados”, mas como um conjunto de elementos que possuem uma semântica padronizada, que possibilita representar as informações eletrônicas e a descrição de recursos eletrônicos de maneira bibliográfica. São importantes para a identificação, organização e acesso à informação digital. Sua finalidade é facilitar aos usuários a localização e recuperação das informações eletrônicas. O Dublin Core (DC) é o formato mais adotado pelo protocolo de OAI. Seus elementos permitem expressar o conteúdo de um documento digital de maneira a identificá-lo e particularizá-lo dentre vários outros materiais armazenados. Desta forma, os metadados fazem parte da iniciativa de se criar um protocolo para disseminação eficiente de conteúdos digitais.

 

Para a pesquisa, recuperação ou submissão de materiais, o DSpace faz uso na descrição da versão qualificada do DC, denominada Dublin Core Libraries Working Group Application Profile (LAP). Utiliza a maioria dos qualificadores e adapta ou adiciona outros para atender as suas necessidades. Por isso, alguns qualificadores não são encontrados na estrutura original do DC. Porém, os elementos obrigatórios são: título, idioma e data de depósito, todos os demais são opcionais. Em uma interpretação livre, a estrutura de metadados do programa é listada na seguinte forma:

 

Elemento Contributor: para informar o nome de pessoas, organizações ou serviço responsável pelo conteúdo. Inclui a citação de todos os colaboradores não especificados nos seus qualificadores, que são:

  • Advisor: orientador de trabalhos acadêmicos (dissertação e tese).
  • Author: responsável intelectual pelo conteúdo.
  • Editor: produtor ou organizador do recurso.
  • Illustrator: responsável pela ilustração ou design do recurso.
  • Other: outros colaboradores.

 

Elemento Coverage: informações relativas a um nome de lugar ou coordenadas geográficas, período de tempo (data ou conjunto de datas) ou jurisdição. Os qualificadores são:

  • Spatial: característica espacial (lugar).
  • Temporal: característica temporal (período de tempo).

 

Elemento Creator: não usado; somente para coleta de metadados.

 

Elemento Date: usar os qualificadores:

  • Accessioned: data de depósito no sistema.
  • Available: data de liberação ao público no sistema.
  • Copyright: data de direito autoral.
  • Created: data de criação se diferente da data de publicação e distribuição.
  • Issued: data de publicação ou distribuição.
  • Submitted: recomendada para data de dissertações e teses.

 

 

Elemento Identifier: identificadores indeterminados não definidos nos qualificadores:

 

 

Elemento Description: qualquer descrição não definida nos qualificadores:

  • Abstract: resumo.
  • Provenance: histórico de depósito do conteúdo desde a criação e alterações sofridas.
  • Sponsorship: informação sobre agências financiadoras ou contratos.
  • Statementofresponsibility: declaração de responsabilidade de registros em MARC.
  • Tableofcontents: tabela de conteúdos do documento.
  • URI: indicação de acesso à descrição do recurso na Internet.

 

Elemento Format: manifestação física ou digital do recurso. Identificador de software, hardware ou outro equipamento necessário para visualizar ou operar o recurso. Adotar qualificadores:

  • Extent: tamanho ou duração.
  • Médium: meio físico.

§         Mimetype: Identificador tipo MIME (Multipurpose Internet Mail Extension), conjuntos de regras que definem o envio de mensagens (texto) com outros documentos anexos: gráficos, sons, etc.

 

Elemento Language: idioma do conteúdo. Uso com as formas não-ISO.

  • ISO: norma ISO para identificação de idioma do conteúdo em conjunto com RFC3066,

 

Elemento Publisher: responsável pela publicação, distribuição ou impressão.

 

Elemento Relation: identificador das relações que existem com o recurso descrito. Os qualificadores desta etiqueta são:

  • Haspart: se outros recursos têm partes física ou lógica do descrito.
  • Hasversion: versão, edição ou adaptação do recurso (últimas).
  • Isbasedon: recurso é baseado ou traduzido de outro.
  • Isformatof: transformação de um conjunto de dados em uma imagem.
  • Ispartof: recurso descrito é uma parte física ou lógica de outro (capítulo de livro).
  • Ispartofseries: recurso é parte de uma série.
  • Isreferencedby: recurso descrito é citado ou apontado por outros recursos ou fontes.
  • Isreplacedby: recurso descrito é uma substituição ou alteração.
  • Isversionof: indicação às versões iniciais do recurso.
  • Replaces: referências anteriores ao item.
  • Requires: requisitos para uso, operação, acesso ao conteúdo do recurso.
  • URI: identificadores de recursos uniformes relacionados ao recurso.

 

Elemento Rights: condições de acesso e reprodução do recurso. O qualificador é:

  • URI: indicação de endereço na Internet sobre condições de uso do recurso.

 

Elemento Source: não usado; somente para coleta de metadadados.

  • URI: qualificador não usado; somente para coleta de  metadados.

 

Elemento Subject: identificar descritores não controlados. Os qualificadores são:

 

 

Elemento Title: título do recurso. O qualificador no caso de variação é:

  • Alternative: para formato variado do título: subtítulo, abreviatura ou transliteração.

 

Elemento Type: identificação da natureza, funções ou gênero do recurso.

 

 

Objetivos na concepção do DSpace

 

MIT é uma instituição orientada para o acesso aberto à informação de pesquisa e de ensino. Além do DSpace, há outras iniciativas semelhantes na instituição para ampliar esse acesso. É o caso do projeto de OpenCourseWare que busca tornar de livre acesso na Internet, todo material de curso da Instituição. A intenção em compartilhar os materiais de curso é o de propagar a idéia para outras instituições e assim criar uma rede global de conhecimento que aumente a qualidade do aprendizado e a qualidade de vida em amplitude mundial. Esta filosofia influencia os próprios objetivos do DSpace.

 

Estrutura de linguagem do DSpace

 

O DSpace é um sistema escrito em linguagem Java. A linguagem se caracteriza por permitir desenvolver programas portáveis em termos de plataformas operacionais. Porém, requer que o servidor do sistema tenha instalado uma máquina virtual Java (por exemplo, o J2SDK da Sun). O software é apoiado por um conjunto de programas de código fonte aberto para sua instalação, tais como:

 

 

 

Há várias possibilidades e configurações do sistema.  Deve-se recorrer à sua documentação para cada componente a ser incluído. As ferramentas adotadas são atualizadas com freqüência o que pode tornar obsoleto os modelos de configuração do software. Embora o programa seja desenvolvido em Java, sua utilização nos servidores Windows é problemática. O recomendado é a sua utilização em um servidor UNIX ou Linux compatível. Da mesma forma, apesar de poder ser instalado em qualquer tipo de máquina, existem recomendações quanto ao tamanho da memória e do disco rígido, que vão depender do tipo de aplicação a que se destina o sistema.  Na descrição técnica se observa que para a instalação e configuração do sistema, conhecimentos avançados de informática é um requisito. Portanto, as bibliotecas precisam contar com pessoal especializado em computação para otimizar o uso do programa. 

 

Outro aspecto do DSpace, enquanto sistema de código aberto é a sua forma de distribuição baseada nos termos da Licença  Berkley System Distribution (BSD Open Source License). Uma característica desta licença é o de impor poucas restrições sobre a forma de utilização, alteração e redistribuição de softwares sob seu licenciamento. É considerada neste sentido, como permissiva, pois os softwares podem ser vendidos e não há obrigações quanto à inclusão do código fonte podendo os mesmos ser incluídos nos sistemas proprietários. A licença procura garantir o crédito aos autores do software só não garante que os trabalhos derivados permaneçam como programa livre.

 

Indicação de Modelos de Aplicação

 

Para conhecer mais sobre o DSpace, onde e como está sendo adotado, o endereço http://wiki.dspace.org/DspaceInstances apresenta uma relação de instituições usuárias. Desenvolvimentos de repositórios em língua portuguesa podem ser encontrados no endereço http://lusodspace.sdum.uminho.pt:8080/pt/repositories_about.jsp. No Brasil há as aplicações: BDJur (Biblioteca Digital Jurídica) do Superior Tribunal de Justiça; Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFPR (Universidade Federal do Paraná); REPOSCOM (Repositórios Institucionais em Ciências da Comunicação) da INTERCOM – Sociedade Brasileira de estudos Interdisciplinares da Comunicação.

 

Conclusão

 

A expectativa dos desenvolvedores do DSpace é que um número crescente de instituições faça uso do programa e torne, publicamente, disponível os seus materiais de pesquisa, ensino etc. Bibliotecas universitárias e de pesquisa, enquanto gestoras da produção intelectual de suas comunidades contam com uma poderosa ferramenta para auxiliar na divulgação e visibilidade dos seus estoques de informação. Embora o DSpace tenha sido inicialmente desenvolvido para instituições e bibliotecas de pesquisa, outros tipos de entidades de informação podem fazer uso do programa. Mesmo uma biblioteca pública poderia criar bibliotecas digitais ou repositórios públicos para inclusão da produção técnica, literária ou cultural de sua comunidade local ou estimulando a formação de grupos de estudos.  Certamente, o maior empecilho na utilização do DSpace resida na complexidade de sua instalação e configuração, o que exige conhecimentos avançados de informática. O conceito de aplicação destes modelos de sistemas, também reforça que uma boa equipe de pessoal de informação deve ser formada por bibliotecários, informáticos, auxiliares técnicos e pesquisadores, todos cada vez mais especializados no tratamento e organização da informação e na cultura do compartilhamento em rede do conhecimento.

 

Indicação de Leituras

 

DSpace System Documentation: Architecture. Disponível em: http://dspace.org/technology/system-docs/architecture.html - acesso em: 10/11/2005.

 

Ibict estimula adoção dos Open Archives no Brasil. Disponível em: http://www.ibict.br/noticia.php?id=148 - acesso em:  20/09/2005.

 

Rodrigues, Eloy; Almeida, Matilde; Miranda, Ângela; Guimarães, Augusta. RepositóriUM: criação e desenvolvimento do Repositório Institucional da Universidade do Minho. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/422/1/BAD_
artigo+-+Final.pdf
  - acesso em: 10/11/2005.

 

Silveira, Martha S. M.; Oddone, Nanci E. Livre acesso à literatura científica: realidade ou sonho de cientistas e bibliotecários. Disponível em: http://www.cinform.ufba.br/v_anais/artigos/martaenanci.html - acesso em: 10/11/2005.

 

Yamashiro, Roberto Seiti. DSpace – instalação e configuração. Disponível em: http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/43/1/
DSpace_install_DebianSarge.html
- acesso em: 28/08/2005.

 


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FERNANDO MODESTO

Bibliotecário e Mestre pela PUC-Campinas, Doutor em Comunicações pela ECA/USP e Professor do departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP.